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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

A Interpretacao dos Sonhos - Freud Sigmund | Moz Tsakane

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Sinopse

A publicação da correspondência de Freud com Fliess permite-nos acompanhar a redação de A Interpretação dos Sonhos com certa riqueza dedetalhes. Na “História do Movimento Psicanalítico” (1914d), Freud escreveu, rememorando seu lento ritmo de publicação nos primeiros tempos: “A Interpretação dos Sonhos, por exemplo, foi concluída, em todos os seus aspectos essenciais, no começo de 1896, mas só foi escrita no verão de 1899”. Da mesma forma, nas notas introdutórias a seu trabalho sobre as conseqüências psicológicas da distinção anatômica entre os sexos (1925j), ele escreveu: “Minha Interpretação dos Sonhos e meu ‘Fragmento da Análise de um Caso de Histeria’ (1905e)…
foram sustados por mim — se não durante os nove anos impostos por Horácio, ao menos por quatro ou cinco anos, antes que eu permitisse que fossem publicados.” Estamos agora em condições de ampliar e, sob certos aspectos, corrigir essas rememorações, com base em provas contemporâneas do autor.
Além de várias referências dispersas ao assunto — que, em sua correspondência, remontam a pelo menos 1881 —, as primeiras importantes publicadas sobre o interesse de Freud pelos sonhos aparecem no curso de uma longa nota de rodapé ao primeiro de seus casos clínicos (o da Sra. Emmy von N., com data de 15 de maio), nos Estudos sobre a Histeria, de Breuer e Freud (1895). Examina ele o fato de que os pacientes neuróticos parecem ter necessidade de associar umas com as outras quaisquer idéias que porventura estejam simultaneamente presentes em suas mentes. Prossegue ele: “Não faz muito tempo, pude convencer-me da intensidade de uma compulsão dessa espécie à associação, a partir de algumas observações feitas num campo diferente. Durante várias semanas, vi-me obrigado a trocar minha cama habitual por uma mais dura, na qual tive sonhos numerosos ou mais nítidos, ou na qual talvez não tenha conseguido atingir a profundidade normal do sono. No primeiro quarto de hora depois do acordar, recordava-me de todos os sonhos que tivera durante a noite e me dei ao trabalho de anotá-los e tentar solucioná-los. Consegui relacionar todos esses sonhos com dois fatores: (1) com a necessidade de elaborar quaisquer idéias de que só tivesse tratado de modo superficial durante o dia — que tivessem sido apenas mencionados, e afinal não tivessem sido tratados; e (2) com a compulsão de vincular
 
quaisquer idéias que pudessem estar presentes no mesmo estado de consciência. O caráter absurdo e contraditório dos sonhos pode ser investigado até a ascendência não controlada deste segundo fator.”
Infelizmente, não se pode datar esse trecho com exatidão. O prefácio ao volume foi escrito em abril de 1895. Uma carta de 22 de junho de 1894 (Carta 19) parece implicar que os casos clínicos já estavam concluídos nessa ocasião, e isso certamente já havia ocorrido em 4 de março de 1895. A cartade Freud dessa data (Carta 22) é de particular interesse, por dar o primeiro vislumbre da teoria da realização de desejo: no decorrer dessa carta, Freud cita a história do “sonho de conveniência” do estudante de medicina que se acha incluído nas pág. [1]-[2] deste volume. Entretanto, foi somente em 24 de julho de 1895 que a análise de seu próprio sonho com a injeção de Irma — o sonho modelo do Capítulo II — estabeleceu essa teoria em definitivo na mente de Freud. (Ver Carta 137, de 12 de junho de 1900). Em setembro desse mesmo ano (1895), Freud escreveu a pimeira parte de seu “Projeto para uma Psicologia Científica” (publicado como apêndice à correspondência com Fliess), e as Seções 19, 20 e 21 do “Projeto” constituem uma primeira abordagem de uma teoria coerente dos sonhos. Ele já inclui muitos elementos importantes que reaparecem na presente obra, tais como (1) o caráter de realização de desejos dos sonhos, (2) seu caráter alucinatório, (3) o funcionamento regressivo da mente nas alucinações e nos sonhos (o que já fora apontado por Breuer em sua contribuição teórica aos Estudos sobre a Histeria), (4) o fato de o estado do sonho envolver paralisia motora, (5) a natureza do mecanismo de deslocamento nos sonhos, e (6) a semelhança entre os mecanismos dos sonhos e dos sintomas neuróticos. Mais do que isso, contudo, o “Projeto” traz uma indicação clara do que é, provavelmente, a mais crucial das descobertas dadas ao mundo em A Interpretação dos Sonhos — a distinção entre os dois diferentes modos de funcionamento psíquico, os Processos Primário e Secundário.
 


Autor: 
 - Freud Sigmund
Nota
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